quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

DICAS - Parametrização de NF-e Estadual Não é Visualizado

Produto: TOTVS Gestão de Estoque, Compras e Faturamento Versão: 11.40

Processo: Parâmetros

Subprocesso: Tipo de Movimento

Sintoma

Parametrização de NF-e Estadual não é apresentado no tipo de movimento

Causas

A parametrização feita no tipo de movimento não atende aos pré-requisitos

Solução

O parâmetro “NF-e Estadual” do tipo de movimento agora será visível nas seguintes condições:

Tipos de Movimentos '2.2.XX' ou Tipos de Movimentos '3.1.XX' ou Motivo referencia for Devolução de venda (Valor = 5) ou Motivo referencia for Devolução de Compra (Valor = 4) ou Tipos de movimentos '1.2' e emitente e destinatário como "Empresa".

 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Como Fazer - Parametrizar o movimento de entrada para emissão de NF-e

Produto: NF-e Versão: 11.40

Processo do Sistema: Como Parametrizar o movimento de entrada para emissão de NF-e

Introdução

Este documento tem como objetivo orientar os parâmetros específicos do movimento para correta emissão de NF-e, caso deseje criar um novo movimento entre em contato com o suporte do RM Nucleus e após a criação siga este Como Fazer.

Observação: Para emissão de NF-e de Entrada é obrigatório que o código do tipo de movimento seja iniciado por 1.2.xx

Procedimentos

Acesse o RM Nucleus no seguinte menu: Opções | Parâmetros | RMNucleus | Outras Movimentações ou Gestão Compras (dependendo da classificação do movimento) | Selecione o Tipo de movimento e clique em Parametrizar.

Etapa Mov – Identificação:

Nesta Etapa Selecione a Serie para emissão de NF-e, lembrando que a serie obrigatoriamente deve ser numérica, maiores informações sobre o cadastro da serie.

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Etapa Mov – Emitente/Destinatário 1/2:

Nesta Etapa o Emitente deverá ser “Empresa” e o destinatário também “Empresa”.

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Mov – Datas 1/2:

Nesta etapa deverá ser selecionado “Edita” no campo “Edição da Data de Emissão”. image

Etapa Mov – Datas 2/2:

Nesta etapa deverá ser selecionado “Edita” no campo “Edição da Data de Saída”.

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Etapa Mov – Transporte 2/3:

Nesta Etapa deverá ser selecionado o tipo de frete que será praticado no movimento.

O campo é obrigatório pela SEFAZ e não poderá ficar como “Não Edita”.

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Etapa Mov – Campos Livres 2/2:

Nesta Etapa pode ser selecionado a Edição do Histórico para Edita, este campo ira preencher a TAG infCpl do XML da NF-e com as informações preenchidas no movimento.

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Etapa Item – Identificação 2/2:

Nesta Etapa desmarque a opção “Cadastrar Cliente/Fornecedor do Produto automaticamente” conforme figura abaixo:

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Etapa Item – Campos Livres 2/2:

Nesta Etapa pode ser selecionado a Editar Histórico para Edita, este campo ira preencher a TAG infAdProd do XML da NF-e com as informações preenchidas no movimento.

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Etapa Fis – Natureza:

No Campo “Edição” do grupo “Natureza” deve ser selecionado “Edita”, no campo “Seleção Automática de Natureza” deve ser selecionado “Seleciona por Item” e a opção “Edita Cliente/Fornecedor Origem/Destino” deve ser marcada.

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Etapa Fis – Escrituração 1/2:

Nesta Etapa deverá ser marcada a opção “Gerar Escrituração” e no campo “Tipo Documento Escrituração” deverá ser selecionado o tipo de documento cadastrado para emissão de NF-e, maiores informações sobre o cadastro do tipo de documento.

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Etapa Fis – Tributação – Item:

Nesta Etapa deverão ser selecionados os tributos incidentes em cada item do movimento. Exemplo: ICMS, PIS, COFINS, ISS etc.

Etapa Fis – Tributação – Movimento:

Nesta Etapa deverão ser selecionados os tributos retidos incidentes na NF-e. Exemplo: COFINS RF, CONTRIBUIÇÃO SOCIAL RF, CSLLRF, IRPF, IRPJ, IRRFPJ etc.

Etapa Fis - NF-e:

Nesta Etapa deverá ser selecionado o Tipo de Envio da NF-e Manual ou Automático.

Nos Campos DANFE e DANFE.net deverão ser selecionados os respectivos relatórios DANFE, caso não os tenha entre em contato com nosso Help Desk.

Clique aqui para o campo Envio de email.

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Observação: Ao gerar um movimento de entrada, observe que na aba identificação do mesmo será selecionado a filial que esta recebendo a mercadoria e o cliente deverá ser preenchido na aba Integrações | Fiscal | campo “Código cliente / Fornecedor RM Fluxus:”. Estas parametrizações se aplicam a qualquer movimento de entrada que irá emitir NF-e para a SEFAZ (Devolução de venda, importação, compra de produtor rural etc.).

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Como Fazer – Geração da RAIS – Rotinas Anuais 2012

Produto: TOTVS Folha de Pagamento                        Versões: 11.20.43, 11.40.32, 11.50.7

Processo de Negocio: Rotina Anual (Relatórios RAIS)

Processo do Sistema: Geração da RAIS

Introdução

Este roteiro visa demonstrar a parametrização que deve ser realizada, para a correta geração do arquivo RAIS.

Para baixar a versão .pdf deste “Como Fazer”, acesse: http://goo.gl/OAVRD

 

Desenvolvimento

1. Menus do Sistema

1.1. Cadastro de Eventos

Para que a RAIS seja emitida e gerada corretamente é importante que TODA a Tabela de Eventos esteja parametrizada devidamente com as corretas incidências.

Todos os proventos a serem considerados como remuneração na RAIS, deverá ter o campo ‘RAIS’ marcado.

Todos os descontos que estornam cálculo ou são dedutíveis de IRRF, serão deduzidos do total da remuneração.

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OBS: O evento de Aviso-prévio indenizado CC62, não deve ter incidência em RAIS.

1.2. Cadastro de Seções

Em TODAS as seções, deverão ser preenchidos os campos listados abaixo [módulo CADASTROS -> SEÇÕES]:

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Código:

Este campo é de fundamental importância, pois, o código da seção irá definir a quebra que será utilizada para gerar a RAIS. Assim, todos os CNPJ’s e CEI’s deverão ter um código de quebra principal.

Este campo define a separação das informações por estabelecimento (Sub-arquivos).

Descrição/Logradouro/Número/ Complemento/Cidade/Cód.Município/Bairro/Estado/CEP:

Estes campos também deverão estar todos preenchidos corretamente, pois, irão para o arquivo gerado nos registro tipo “1” - Dados do Estabelecimento.

CNPJ:

Este campo indica a inscrição do Estabelecimento e é obrigatório no cadastro das seções.

Identificação pelo CNPJ:

Informe ao sistema se a Identificação da seção é por CNPJ ou não. Este campo está diretamente ligado ao módulo, OPÇÕES -> PARÂMETROS -> RH, aba “Seção”, nos campos ‘Código de quebra para CNPJ’ e ‘Código de quebra para CEI’.

E-Mail:

Informe ao sistema o e-mail do Estabelecimento.

Pessoa Física:

Informe ao sistema se a seção é de funcionários de natureza jurídica ou não. Esta informação irá refletir no tipo de Vínculo do funcionário.

Endereço alterado:

Informe ao Sistema se o estabelecimento mudou de endereço no ano-base.

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Atividade Econômica:

Informe ao sistema a atividade econômica do Estabelecimento (CNAE).

Natureza Jurídica:

Informe ao sistema o código conforme a natureza jurídica da seção.

Não Empregados Proprietários:

Informe ao Sistema o número de proprietários/sócios que exercem atividades no estabelecimento.

CNPJ anterior:

Informe ao Sistema a inscrição anterior ou vinculação do CEI ao CNPJ. Este campo somente será preenchido caso tenha informação diferente de “0” (zero) no campo “Causa Mudança CNPJ”.

Prefixo RAIS:

Este campo não é de preenchimento obrigatório; só deve ser preenchido quando o estabelecimento/entidade tiver que repetir o número do CNPJ, dentro do mesmo disquete para:

a) fornecer as informações de seus empregados em grupos distintos; ou

b) para declarar a vinculação da matrícula CEI de obra ao CNPJ da empresa.

O estabelecimento deverá gerar um sub-arquivo para cada declaração, as quais serão diferenciadas pelo código de prefixo 01 para o 1º grupo ou 1ª obra, 02 para o 2º grupo ou 2ª obra, e assim por diante.

Não informe o DV – Dígito Verificador do CNPJ, neste campo.

Por exemplo:

Prefixo 00 - todos os vínculos referentes ao setor financeiro da empresa.

Prefixo 01 - todos os vínculos referentes ao setor operacional da empresa.

Prefixo 02 - todos os vínculos referentes à obra A.

Prefixo 03 - todos os vínculos referentes à obra B.

Observação: Caso um empregado possua efetivamente dois contratos com a empresa/entidade, com a mesma data de admissão, a forma correta de informar os dois vínculos do empregado é colocar em um prefixo 00 e outro 01. Caso este empregado não possua efetivamente, dois contratos com a empresa/entidade, as informações deste empregado ficarão duplicadas na base RAIS.

Mês da data base:

Informe ao Sistema o mês da data-base da categoria com maior número de empregados na empresa/entidade. Os Códigos válidos são: 01 (janeiro), 02 (fevereiro), 03 (março), ... , 12 (dezembro).

Dados anuais da RAIS:

Os dados referentes aos dados patronais, também deverão ser informados no cadastro das seções. Será necessário editar o cadastro da seção e clicar no botão “Anexos -> Dados anuais da RAIS”.

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1.2.1 Parâmetros Referentes ao PAT

Informe se o estabelecimento participa ou não do Programa de Alimentação do Trabalhador. Este campo irá constar no arquivo gerado (Registro tipo “1”).

Cadastro da seção, aba “RAIS/CAGED

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"Vínculos particip. PAT <= 5 Sal.Min.": Informe o número de trabalhadores beneficiados pelo PAT que possuem faixa salarial de até 5 salários mínimos.

"Vínculos particip. PAT > 5 Sal.Mín.": Informe o número de trabalhadores beneficiados pelo PAT que possuem faixa salarial acima de 5 salários mínimos.

Nos campos "Porcentagem Serviços Próprios", "Porcentagem Administração Cozinha", "Porcentagem Refeição Convênio", "Porcentagem Refeição Transportada"; "Porcentagem Cesta Alimento" e "Porcentagem Alimentação Convênio", informe o percentual da(s) modalidade(s) utilizada(s) pela empresa, em relação ao número total de beneficiados (o percentual deve ser informado com um número inteiro, sem frações decimais.)

Modalidade                              No. func.       % relação ao total       % a ser informado

Serviços Próprios                           3                        4,77 %                         5%

Administração Cozinha                  5                        7,94 %                         8%

Refeição Convenio                       12                      19,85 %                        19%

Refeição Transportada                 15                      23,80 %                        24%

Cesta Alimento                             20                     31,74 %                        32%

Alimentação Convenio                   8                      12,70 %                        12%

TOTAL                                          63                    100,00 %                    100%

 

Exemplo de Fórmulas para ser utilizada em relatório do PAT:

SE RC>SM*5 ENTAO 1 SENAO 0 FIMSE

SE RC<=SM*5 ENTAO 1 SENAO 0 FIMSE

 

1.3. Cadastro Cargos/Funções/Funções

Neste o módulo, é necessário que todas as funções cadastradas tenham o Código Brasileiro de

Ocupações - C.B.O.) informado. Este campo irá contar no Registro tipo “2”.

1.4. Cadastro de Funcionários

A seguir, os campos da ficha cadastral dos funcionários que deverão estar preenchidos devidamente:

Aba “Identificação”:

Nacionalidade

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Grau de instrução

1. Analfabeto, inclusive o que, embora tenha recebido instrução, não se alfabetizou.

2. Até o 5º ano incompleto do Ensino Fundamental (antiga 4ª série) ou que se tenha alfabetizado sem ter frequentado escola regular.

3. 5º ano completo do Ensino Fundamental.

4. Do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental incompleto (antiga 5ª à 8ª série).

5. Ensino Fundamental completo.

6. Ensino Médio incompleto.

7. Ensino Médio completo.

8. Educação Superior incompleta.

9. Educação Superior completa.

10. Mestrado completo.

11. Doutorado completo.

Data de nascimento: aparecerá no arquivo gerado, no formato DD/MM/AA.

Aba Documentos:

PIS/PASEP: O preenchimento deste campo é obrigatório.

CPF, Carteira de Trabalho e Série

CPF: O preenchimento deste campo é obrigatório.

Devem ser informados o número de registro e a série da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) do empregado, com 11 algarismos.

Aba Documentos / ‘Doc. Estrangeiros’:

Deve ser preenchida a data de chagada ao Brasil.

Aba Registro/Admissão:

Data de admissão: Aparecerá no arquivo gerado no formato DD/MM/AA. Em casos de transferência deve-se apresentar no arquivo gerado a data da transferência para o novo local de trabalho.

Tipo admissão

1. Admissão de empregado no primeiro emprego (com registro).

2. Admissão de empregado com emprego anterior (reemprego).

3. Transferência/movimentação do empregado/servidor oriundo de estabelecimentos da mesma empresa/entidade, ou oriundo de outras empresas/entidades, com ônus para a cedente.

4. Transferência do empregado/servidor ou dirigente sindical oriundo de estabelecimentos da mesma empresa/entidade, ou oriundo de outras empresas/entidades, sem ônus para a cedente.

5. Reintegração.

Notas:

I – No caso de empregados/servidores que foram transferidos, redistribuídos ou cedidos entre estabelecimentos da mesma empresa/entidade ou entre estabelecimentos/entidades diferentes, o receptor deve informar o código e a data de transferência, inclusive nos anos subseqüentes.

II – No caso de Reintegração “Código 5”, preencher o campo “Data de admissão” com a data da Reintegração determinada pela justiça ou do acordo entre as partes.

Aba Registro/Admissão II:

Função: Conforme a última função cadastrada, o sistema irá pegar o código do CBO do funcionário.

Seção: Informar a seção do funcionário

Situação RAIS: Informar o código referente à situação do funcionário em relação à RAIS

Vínculo: O preenchimento deste campo juntamente com o campo ‘Tipo funcionário’, irá definir o vínculo do empregado com a empresa.

Cor/Raça: Segundo manual da RAIS as opções são:

1. Indígena - para a pessoa que se enquadrar como indígena ou índia.

2. Branca - para a pessoa que se enquadrar como branca.

4. Preta - para a pessoa que se enquadrar como preta.

6. Amarela - para a pessoa que se enquadrar como de raça amarela (de origem japonesa, chinesa, coreana, etc.).

8. Parda - para a pessoa que se enquadrar como parda ou se declarar como mulata, cabocla, cafuza, mameluca ou mestiça de preto com pessoa de outra cor ou raça; ou

9. Não informado.

Aba Registro/FGTS/SEFIP/INSS:

SIT. FGTS

DT. OPÇÃO

Aba Registro/Histórico da Seção:

O histórico de seção deverá estar preenchido com pelo menos a seção atual que o funcionário se encontra.

Aba Registro/Histórico da Função:

O histórico de função deverá estar preenchido com pelo menos a função atual que o funcionário executa.

Aba Base de Cálculo:

Forma de recebimento: Tipo de salário de acordo com o contrato de trabalho.

Tipo do funcionário: Este campo irá influenciar para definir o vínculo do funcionário.

Situação: Em caso de funcionários demitidos/transferidos até 31/12/03 o Sistema irá buscar o código do desligamento e a data do mesmo.

Salário mensal: Informe o salário básico constante no contrato de trabalho ou registrado na Carteira de Trabalho, resultante da última alteração salarial, podendo corresponder ao último mês trabalhado no ano base. Informe o valor com centavos.

Jornada: Este campo, junto com o Código de Recebimento, irá determinar o número de horas normais de trabalho do empregado por semana.

Todos os campos acima irão constar no Registro tipo “2” do arquivo gerado.

ATENÇÃO: Na RAIS são informadas as horas semanais – Indique o número de horas normais de trabalho do empregado por semana, sem incluir horas extras.

Exemplos:

8 horas por dia em semana de 5 1/2 dias = 44

8 horas por dia em semana de 5 dias = 40

6 horas por dia em semana de 6 dias = 36

6 horas por dia em semana de 5 dias = 30

4 horas por dia em semana de 6 dias = 24

Horas mensais efetivamente trabalhadas – Indique o quantitativo de horas mensais efetivamente trabalhadas pelo empregado, computando-se as horas-extras prestadas.

1.5. RELATÓRIOS -> GERADOR – Ficha Financeira (Relatórios anuais)

Por este módulo, o usuário poderá emitir a ficha financeira dos funcionários com a movimentação dos últimos 13 meses para facilitar a conferência dos valores apresentados na RAIS.

Obs.: É aconselhável ativar todas as chaves no módulo, OPÇÕES -> PARÂMETROS -> RM LABORE, na aba “Outros parâmetros”, antes de emitir este relatório. Assim, todos os eventos serão impressos. Isto é devido no caso de ter algum evento em chave desativada, que este possa participar nos valores apresentados na RAIS e não ser impresso no relatório.

1.6. RELATÓRIOS -> RAIS

Através deste módulo, o sistema irá consistir os dados cadastrais dos funcionários que irão para RAIS e o usuário poderá utilizar o relatório para conferir os valores apresentados da RAIS dos funcionários. Caso exista alguma inconsistência, o sistema irá indicar qual o campo e em que linha estará o erro apresentando a palavra “Erro”.

O Sistema também irá consistir os campos e o código de quebra do Cadastro de Seções no momento de gerar o relatório.

São apurados e emitidos mês a mês os valores que são apresentados em cada campo da RAIS. É importante ressaltar que a tabela de eventos deverá estar devidamente parametrizada para que os valores sejam impressos corretamente.

Campos importantes do módulo:

Aba “Seleção de funcionários”

Seleção de funcionários:

Nesta pasta poderá ser selecionado um funcionário ou um grupo de determinados funcionários que desejar emitir a RAIS. Esta seleção será respeitada pela RAIS conferência e a RAIS em arquivo.

Código de quebra:

Para as empresas que utilizam identificação por CNPJ ou CEI, deverá ser informado o mesmo código de quebra informado em OPÇÕES -> PARÂMETROS -> RH, aba “Seção”, no campo ‘Código de Quebra do CNPJ’ ou ‘Código de Quebra do CEI’.

Aba “Opções”

Ano base RAIS:

Preencha com o ano base desejado para a geração da RAIS.

Atenção: Quando o ano informado estiver entre 1976 e 2005, o parâmetro "Gera RAIS Genérico" deverá ser marcado para que o sistema gere o arquivo conforme layout do GDRAIS Genérico, fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Selecione o motivo relacionado ao Acidente do Trabalho de Trajeto

Deverá selecionar o motivo da mudança de situação relacionado ao Acidente do Trabalho que ocasionou afastamento ou demissão do funcionário.

Para afastamento:

Caso o motivo informado neste campo seja o mesmo motivo informado no histórico de afastamento e o tipo for ‘T – Acidente de trabalho’, o sistema irá gerar o código ’20 - Acidente de trabalho de trajeto’, no campo "Motivo de afastamento". Caso contrário, será gerado o código ’10 - Acidente de trabalho típico’.

Para demissão:

Caso o motivo informado neste campo seja o mesmo motivo informado no histórico de situação e o tipo de demissão for ‘F - Falecimento por acidente de trabalho’, o sistema irá gerar o código ’63 - Falecimento decorrente de acidento do trabalho de trajeto’, no campo "Código de desligamento". Caso contrário, será gerado o código ‘62’-‘Falecimento decorrente de acidente típico’.

Fórmula das horas semanais:

Informe ao sistema a fórmula das horas semanais. Caso o usuário não concorde com o cálculo interno do sistema (número de horas informado no campo ‘Jornada’, no cadastro do funcionário / 5 semanas).

Esta fórmula deverá retornar um número válido (inteiro de 2 dígitos). Caso contrário, o sistema irá considerar o cálculo interno.

Fórmula para cálculo do salário contratual:

Este campo permite ao usuário definir, de acordo com sua conveniência, qual será o cálculo do salário contratual dos funcionários, que será enviado para o arquivo gerado da RAIS. Caso a fórmula retorne valor zero, o sistema irá manter os cálculos internos.

Fórmula para cálculo do descanso semanal remunerado:

Este campo permite ao usuário informar uma fórmula que retorne o valor das horas trabalhadas subtraindo o valor do descanso semanal. Ele poderá ser utilizado quando a empresa não utilizar pagamento em eventos diferentes para horas ou dias trabalhados e descanso semanal remunerado.

RAIS para conferência/RAIS em arquivo:

Clique na opção desejada. É recomendável emitir a RAIS, primeiramente, apenas para conferência, a fim de permitir a correção prévia de eventuais erros. Após corrigir todos os erros, gerar a RAIS em arquivo.

Ordenação:

Clique na opção de ordenação de funcionários no relatório: Por Nome / Por PIS. Esta opção só ficará disponível se estiver sendo gerada a ‘RAIS para conferência’.

Drive para gerar o arquivo:

Neste campo o usuário deve selecionar o Drive onde deseja que o arquivo seja gravado.

Arquivo:

Neste campo virá informando o nome do arquivo que será gerado no Drive escolhido anteriormente.

Gera RAIS Genérico:

Marcando este parâmetro, o arquivo será gerado conforme layout do programa GDRAIS Genérico que permite informar os anos-base 1976 a 2010. Para maiores informações, consulte o site www.rais.gov.br.

RAIS Retificadora:

Quando houver necessidade de emitir RAIS retificando dados do funcionário, marque este campo que será informado no arquivo, no devido campo, que se trata de uma retificação do arquivo anterior.

Data da Retificação:

Este campo será habilitado somente se o parâmetro acima estiver marcado e será preenchido pelo usuário com a data da retificação para ser informada no arquivo que será retificado.

Gera registro para alteração de CEI:

Marcando este parâmetro, o sistema irá verificar em CADASTROS -> FUNCIONÁRIOS, aba “Registro”, sub-aba ‘Hist. Seção’, as mudanças de seções identificadas por CEI ocorridas no ano base da RAIS.

A data de mudança no histórico de seção representará a data de demissão no CEI antigo e a de admissão no novo CEI.

Para os casos de mudança de CEI, a demissão será tipo 4 (sem ônus) na seção antiga e a admissão do tipo 31 (sem ônus) na nova.

Observação 1: Se o funcionário não possuir histórico de seção, este funcionário não sairá na RAIS.

Observação 2: O sistema irá verificar os meses nos quais o funcionário trabalhou em cada quebra de CEI.

Nos meses onde houve a mudança, a movimentação vai para o mês onde o funcionário trabalhou mais dias.

Aba “Configuração de afastamentos”

Os afastamentos informados no cadastro do funcionário, serão considerados na geração da RAIS. Os históricos destes afastamentos, estão informados no RM Labore, dentro do cadastro do funcionário, na aba “Base de cálculo”, sub-aba ‘Histórico de afastamentos’.

Alguns afastamentos não são considerados na RAIS (tipos de afastamento: ‘I – Após. Invalidez’, ‘R – Licença Remunerada’ e ‘U – Outros’).

Caso o usuário queira informar estes afastamentos na RAIS (responsabilidade do usuário), ele deve associar os mesmos, a algum tipo de afastamento válido no momento da geração da RAIS [módulo RELATÓRIOS -> RAIS, aba “Configuração de afastamentos”].

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Aba “Seções”

Nesta aba, são listadas as seções centralizadoras (considerando CNPJ, Prefixo RAIS e código de quebra informado). Para cada CNPJ, deverá ser emitida uma declaração da RAIS. O sistema emitirá a declaração para todas as seções do código de quebra informado.

Seções com inconsistências serão listadas no arquivo de log, para RAIS para conferência, e em mensagens, para RAIS em arquivo. O sistema verificará os seguintes campos do cadastro de seções:

Atividade econômica, natureza jurídica, CEP, cód. Município e número.

CNPJ da Centralizadora:

Informe neste campo o CNPJ da Seção Centralizadora.

Seção sindicalizada:

Marque este campo, caso a seção seja sindicalizada. Caso seja marcado, o sistema irá levar para o arquivo da RAIS o valor "1 - SIM", caso não seja marcado levará o valor "2 - Não".

Aba “Responsável”

Preencha os dados do responsável corretamente. Esta aba somente ficará disponível, se a opção “RAIS em arquivo’, estiver marcada.

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Estas informações são de extrema importância para geração do arquivo da RAIS.

Atenção: O sistema não habilitará o botão Emitir se houver qualquer informação inconsistente ou faltar alguma informação obrigatória em qualquer aba. As mensagens de erro serão exibidas na base da janela.

Observação: Na geração do arquivo texto, o sistema automaticamente fará substituições de caracteres acentuados pelos caracteres simples, pois algumas validações de arquivos textos exigem que os arquivos não contenham caracteres especiais.

Atenção! A RAIS não será emitida enquanto todos os erros não forem corrigidos.

Aba “Eventos”

Nas sub-abas disponíveis, deverão ser informados os eventos que foram utilizados para pagamento de: Gratificações - Rescisão, Saldo de Banco de Horas pagas em Rescisão, Incide no Total de Horas Extras, Contribuições – Sindicato e Reajuste Coletivo.

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Gratificações - Rescisão

Onde serão informados os eventos que foram utilizados para pagamento de gratificações na rescisão do contrato de trabalho.

Saldo de Banco de Horas pagas em Rescisão

Onde serão informados os eventos que foram utilizados para pagamento do banco de horas na rescisão.

Incide no Total de Horas Extras

Onde serão informados os eventos que contém o número de horas extras efetuadas em cada mês.

Contribuições - Sindicato

Onde serão informados os eventos que foram utilizados para desconto de contribuição associativa, contribuição assistencial e contribuição confederativa.

Reajuste Coletivo

Onde serão informados os eventos que compõem o valor total correspondente à variação salarial negociado na data base da categoria.

Aba “Campos complementares”

Sub-aba “Eventos na rescisão

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Nesta aba, devem ser informadas as referências dos campos complementares que contém os dados correspondentes aos campos abaixo, referentes à rescisão do contrato de trabalho:

Os campos complementares devem ser criados no módulo CADASTROS -> CAMPOS COMPLEMENTARES -> FUNCIONÁRIOS. Lembrando que, os campos complementares criados devem ser do tipo "Inteiro" ou "Real".

É imprescindível que os campos complementares informados acima, tenham dados informados no módulo, CADASTROS -> FUNCIONÁRIOS, aba “Campos Complementares”, para os funcionários demitidos no ano-base.

Caso não haja informação nos Campos Complementares o sistema procederá à contagem das competências de acordo com as informações abaixo:

01) Horas Extras

Funcionário com demissão na Competência 06/2005.

Empresas que trabalham com Banco de Horas somente, ou Banco de Horas e Horas Extras, deverão informar para aqueles empregados demitidos que trabalham com o regime de Banco de Horas e tenha o Saldo desde Banco pago em Rescisão a quantidade de Competências em que o Funcionário levou para acumular tal Saldo.

Funcionário demitido em 06/2005, mas tenha acumulado Horas Extras em seu Banco em apenas 03 meses, neste caso o Campo Complementar deverá ser alimentado com o número 03, que seria a quantidade de competências com acumulo de horas extras.

Posteriormente a criação e manutenção do campo, ao gerar a RAIS informar o código do campo complementar no campo destinado às Horas Extras.

Caso não seja informado nenhum campo complementar, o sistema contará as competências entre Janeiro de 2005 e a competência de Demissão, neste exemplo, Junho de 2005.

02) Dissídio Coletivo

Funcionário com demissão na Competência 06/2005.

Em competência posterior a demissão foi calculada uma Rescisão Complementar por Dissídio.

O usuário deverá criar um Campo Complementar visando alocar o valor do número de meses que ocorreu o fato gerador deste Dissídio pago em Rescisão Complementar.

Exemplo:

Com Dissídio retroativo a 04/2005, o valor a ser informado no Campo Complementar seria 03 – Abril, Maio e Junho.

Havendo Rescisão Complementar por dissídio (com evento de C.C. 96 sem incidência em INSS) e o usuário não informar o valor do número de meses o sistema levará para RAIS a informação de 01 Competência

03) Gratificação

Mesma situação da Quantidade de Competências para o Dissídio, citado no item acima.

Neste campo deve estar o campo complementar criado para conter a quantidade de meses em que ocorreu o fato gerador da gratificação paga em rescisão. Após ter criado o campo complementar o mesmo deve ter o valor informado no cadastro do funcionário demitido que teve em sua ficha financeira gratificação paga em rescisão, o valor a ser informado é o número de meses que ocorreu o fato gerador desta gratificação paga em rescisão.

Havendo Rescisão Complementar por dissídio (com evento de C.C. 96 sem incidência em INSS) e o usuário não informar o valor do número de meses o sistema levará para RAIS a informação de 01 Competência

Sub-aba “Contribuições – Sindicato”

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Onde serão informados os campos complementares contendo: CNPJ e valores pagos à entidade sindical.

Nesta aba o usuário deverá informar o CNPJ das Entidades Sindicais (Contrib. Associativa 1 e 2, Assistencial, Sindical e Confederativa), vinculadas ao Funcionário, e os valores recolhidos de cada funcionário.

O preenchimento destes campos somente é realizado a partir de Campos Complementares, uma para cada tipo de Contribuição.

Recomenda-se o Campo Complementar ser Alfanumérico de tamanho 18 e o inerente aos valores descontados de cada contribuição ser do tipo Real e com tamanho mínimo de 8 caracteres.

Para o campo complementar de valor, recomenda-se também informar o default como -1, pois, desta forma caso nada seja informado o sistema realizará seu cálculo default sobre os valores dos eventos lançados no movimento, conforme informação na aba “Eventos”, sub-aba Contribuições – Sindicato.

Caso não sejam informados os Campos Complementares do CNPJ dos Sindicatos para Contribuição Assistência e Confederativa, o sistema acatará o CNPJ do sindicato do Funcionário. Para as Contribuições Sindical e Associativa, caso não haja a informação dos Campos Complementares o sistema, não levará valor algum para a RAIS.

Observação a ser considerada:

• O valor da contribuição sindical é obrigatório. Caso não seja incluído o campo complementar referente a este valor, será considerado o evento de desconto com código de cálculo 12 - Contribuição Sindical.

• Tal aba foi criada para o tratamento de exceções, ou seja, caso o cliente tenha algum Profissional Liberal, por exemplo, que não tenho o desconto da contribuição ou o sindicato para qual o mesmo contribui cadastrado no RM Labore, o cliente deverá se valer dos campos complementares, caso contrário, não há necessidade de utilizar tais campos, uma vez que o sistema buscará automaticamente o Sindicato em que os Funcionários estejam alocados e o valor dos Eventos de Contribuição informados na Aba Contribuições – Sindicato.

Aba “Município de prestação de serviços”

clip_image028

Este campo deverá ser preenchido caso existam funcionários que tenham exercido suas atividades em municípios diferentes do município do declarante. O campo complementar informado deve ter sido criado com o tipo inteiro, tamanho 7 e deve ser preenchido no cadastro do funcionário. O conteúdo do campo complementar será levado para o registro tipo 2, campo 71 "Código do município onde o empregado esteja trabalhando ou prestando serviço”.

Informações do Município - local de trabalho

Este campo somente deve ser preenchido, caso o empregado/servidor preste serviços fora do município do declarante. Para maiores detalhes, veja o layout e Manual de Instruções da RAIS disponível no site http://www.rais.gov.br.

Aba “Indicador do sindicalizado”

clip_image030

Preencha com a referência do campo complementar onde contém a informação se o funcionário é sindicalizado ou não, conforme instrução do layout disponível no site:

http://www.rais.gov.br/RAIS_SITIO/rais_ftp/LayoutRAIS2011.doc

Observação:

Quando o funcionário for sindicalizado, no campo complementar do cadastro do funcionário deverá ser preenchido com: Sim ou S ou 1. Caso contrário deverá ser preenchido com: Nao ou N ou 2.

Sempre que este campo não for preenchido no cadastro do funcionário ou não for informado o campo complementar nesta tela, o sistema levará o valor "Não" como default na geração da RAIS.

Aba “Mobilidade Reduzida”

Preencha com a referência do campo complementar onde contém a informação se o funcionário possui ou não Mobilidade Reduzida.

clip_image032

Observação:

Quando o funcionário possuir mobilidade reduzida, o campo complementar do cadastro do funcionário deverá ser preenchido com: Sim ou S ou 1. Caso contrário deverá ser preenchido com: Nao ou N ou 2.

Sempre que este campo não for preenchido no cadastro do funcionário ou não for informado o campo complementar nesta tela, o sistema levará o valor "Não" como default na geração da RAIS.

ATENÇÃO: Antes de gerar o arquivo da RAIS, execute a rotina do módulo “Rais para conferência” e acerte os Erros.

 

Informações Adicionais:

http://www.mte.gov.br/rais ou http://www.rais.gov.br

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Como Fazer - Parametrizar o movimento de saída para emissão de NF-e

Produto: NF-e Versão: 11.40

Processo do Sistema: Como Parametrizar o movimento de saída para emissão de NF-e

Introdução

Este documento tem como objetivo orientar os parâmetros específicos do movimento para correta emissão de NF-e, caso deseje criar um novo movimento entre em contato com o suporte do RM Nucleus e após a criação siga este Como Fazer.

Procedimentos

Acesse o RM Nucleus no seguinte menu: Opções | Parâmetros | RMNucleus | Outras Movimentações ou Vendas (dependendo da classificação do movimento) | Selecione o Tipo de movimento e clique em Parametrizar.

Observação: Para emissão de NF-e de Saída é obrigatório que o código do tipo de movimento seja iniciado por 2.2.xx

Etapa Mov – Identificação:

Nesta Etapa Selecione a Serie para emissão de NF-e, lembrando que a serie obrigatoriamente deve ser numérica, maiores informações sobre o cadastro da serie.

clip_image002[4]

Etapa Mov – Emitente/Destinatário 1/2:

Nesta Etapa o Emitente deverá ser “Empresa” e o destinatário “Cliente” ou “Fornecedor”.

clip_image004[4]

Mov – Datas 1/2:

Nesta etapa deverá ser selecionado “Edita” no campo “Edição da Data de Emissão”. clip_image006[4]

Etapa Mov – Datas 2/2:

Nesta etapa deverá ser selecionado “Edita” no campo “Edição da Data de Saída”.

clip_image008[4]

Etapa Mov – Transporte 2/3:

Nesta Etapa deverá ser selecionado o tipo de frete que será praticado no movimento.

O campo é obrigatório pela SEFAZ e não poderá ficar como “Não Edita”.

clip_image010[4]

Etapa Mov – Campos Livres 2/2:

Nesta Etapa pode ser selecionado a Edição do Histórico para Edita, este campo ira preencher a TAG infCpl do XML da NF-e com as informações preenchidas no movimento.

clip_image012[4]

Etapa Item – Campos Livres 2/2:

Nesta Etapa pode ser selecionado a Editar Histórico para Edita, este campo ira preencher a TAG infAdProd do XML da NF-e com as informações preenchidas no movimento.

clip_image014[4]

Etapa Fis – Natureza:

No Campo “Edição” do grupo “Natureza” deve ser selecionado “Edita”, no campo “Seleção Automática de Natureza” deve ser selecionado “Seleciona por Item”.

clip_image016[4]

Etapa Fis – Escrituração 1/2:

Nesta Etapa deverá ser marcada a opção “Gerar Escrituração” e no campo “Tipo Documento Escrituração” deverá ser selecionado o tipo de documento cadastrado para emissão de NF-e, maiores informações sobre o cadastro do tipo de documento.

clip_image018[4]

Etapa Fis – Tributação – Item:

Nesta Etapa deverão ser selecionados os tributos incidentes em cada item do movimento. Exemplo: ICMS, PIS, COFINS, ISS etc.

Etapa Fis – Tributação – Movimento:

Nesta Etapa deverão ser selecionados os tributos retidos incidentes na NF-e. Exemplo: COFINS RF, CONTRIBUIÇÃO SOCIAL RF, CSLLRF, IRPF, IRPJ, IRRFPJ etc.

Etapa Fis - NF-e:

Nesta Etapa deverá ser selecionado o Tipo de Envio da NF-e Manual ou Automático.

Nos Campos DANFE e DANFE.net deverão ser selecionados os respectivos relatórios DANFE, caso não os tenha entre em contato com nosso Help Desk.

Clique aqui para o campo Envio de email.

clip_image020[4]

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Como Fazer – Nova Tela de Login

Produto: TODOS Versão: 11.50.10 (ou superiores)

Processo: Acesso ao Sistema

Subprocesso: Login

Introdução

Foi criada uma nova interface de login do Smart Client RM e do RM Portal, adaptando-se ao modelo de interface única do byYou. Esta novidade está disponível a partir da versão 11.50.10.

 

O que é o byYou?

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O byYou é uma rede social corporativa desenvolvida pela TOTVS que permite a comunicação e a colaboração entre seus membros.

A TOTVS acredita que os sistemas de gestão serão acessados a partir de processos integrados a uma rede social corporativa. Por isso o primeiro passo é tornar a tela de login do ERP TOTVS (sistema de gestão) a mesma para acessar o byYou.

 

Desenvolvimento

Nesta primeira fase da integração, os processos do usuário não serão afetados, pois somente a aparência visual do login foi alterada. Posteriormente a rede social será integrada ao sistema, tornando-o porta de entrada para os serviços da rede social, do ERP e de outros serviços TOTVS.

 

Nova tela de Login

imagem2

 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Como Fazer – Configurações Avançadas para Potencializar o Desempenho das Aplicações da Linha RM

Produto: Todos

Processo: Análise de Performance

 

Introdução

O ERP da TOTVS é preparado para trabalhar com diversos usuários e requisições simultâneas, ele é capaz de executar vários processos ao mesmo tempo.

Neste documento apresentaremos  informações avançadas sobre a configuração do ambiente e do produto, antes recomendamos a leitura e aplicação das recomendações do Guia “Configurações básicas para potencializar o desempenho das aplicações Linha RM”.

Inicialmente iremos realizar uma introdução sobre alguns itens referente à arquitetura e Framework, Portal, Banco de Dados, ERP e na segunda parte do documento apresentaremos instruções que visam melhorar a performance do sistema e garantir que ele trabalhe sempre com os melhores resultados.

Arquivos de configuração do ERP (Host.exe)

Algumas alterações nos arquivos com a extensão config deverão ser realizadas com objetivo de melhora de perfomance, estes arquivos serão encontrados na pasta RMNET no diretório de instalação da aplicação, veja nos links abaixo como configurar:

Compressão de Dados

Protocolos de Comunicação

Garbage Collector MultiThread

Separação Job Server / App Server

Um Host é responsável por duas tarefas principais:

  • Processar Jobs;
  • Responder a requisições de telas.

Em alguns momentos, quando o Host está executando um número alto de Jobs, as aberturas de telas podem levar um tempo excessivo para responder. Isto acontece porque Jobs e telas dividem os mesmos recursos, sendo o número de threads dos Jobs muito maior. A demora na abertura causa a impressão de que o sistema apresenta lentidão, quando na verdade ele está trabalhando corretamente, contudo precisa executar as threads dos processos, que são em número maior que as threads de telas.

Temos como principais vantagens:

  • Telas respondem mais rapidamente, uma vez que não têm que dividir processamento.
  • As duas funcionalidades ficam completamente isoladas, podendo sofrer manutenção e tratamentos separadamente, sem ônus para a outra.

clip_image001 A separação do Job Server e do App Server somente se aplica a clientes que utilizam o ambiente 3 camadas.

clip_image001[1] Solução: separar Job Server e App Server em hosts diferentes, para orientação acesse o item

Job Server / App Server.

Banco de Dados

O banco de dados é muito importante no que se diz respeito à performance no produto, por isto é muito importante que a empresa tenha um banco de dados com excelente desempenho para que não seja prejudicada a comunicação entre o produto e o banco de dados.

Abaixo algumas verificações que deverão ser realizadas com objetivo de melhorar a perfomance do ERP :

Triggers

Atualização das estatísticas do banco de dados

Auto create statistics" e "Auto update statistics"

Limpeza de objetos temporários na base de dados

Monitoramento do log do banco de dados

Reindexação periódica das tabelas

Virtualização

Paralelismo

Avaliação de índices

Memória SQL Server

Processos bloqueados no banco de dados

Antivírus

BDE

TSS

Portal RM

Algumas ações poderão ser realizadas para que o portal tenha um melhor desempenho, abaixo citaremos duas destas ações:

Utilizar cache para objetos estáticos

Compressão de Páginas

Instruções

1 – Compressão de dados

A partir da versão 11.20, o ERP possui a opção de comprimir os dados trafegados entre server e cliente com isto temos ganho na velocidade de comunicação, aumento de segurança, uma vez que os dados não estão mais diretamente expostos via Sniffer.

A Compressão é habilitada por padrão, sempre garantir que, se presente, a tag abaixo esteja setada como true, tanto no server e no client, no arquivo RM.HOST.EXE.Config que fica localizado no diretório de instalação dos aplicativos RM, dentro da pasta RM.NET:

<add key="EnableCompression" value="true"/>

Retornar para Compressão de Dados.

2 – Protocolos de Comunicação

A partir da versão 11.20, o ERP possui as seguintes opções de protocolo de comunicação de dados:

  • TCP;
  • HTTP;
  • NamedPipe;

Para comunicações na mesma máquina, o protocolo mais rápido é o NamedPipe, para comunicações entre Host e Client em máquinas diferentes, a melhor opção é o TCP, por padrão, estas são as configurações default. Contudo, sempre checar se a configuração não está errada a partir da chave de config, que aceita os valores citados acima, o arquivo a ser alterado é o RM.HOST.EXE.Config, este arquivo fica localizado no diretório de instalação dos aplicativos RM, dentro da pasta RM.NET, abaixo linha a ser verificada no arquivo citado acima:

<add key=“WcfProtocol" value=“XXXXXX"/>

Retornar para Protocolos de Comunicação.

3 - Garbage Collector MultiThread

Quando operando em ServerMode, o Garbage Collector proporciona desempenho otimizado para hosts que contém múltiplos núcleos, pois a infraestrutura do .net framework cria uma thread de coleta para cada núcleo, temos como principais vantagens a melhor utilização de recursos da máquina, diminuição do tempo em que a aplicação fica sobrecarregada pela execução da coleta

Para utilização deste recurso devemos acrescentar a tag abaixo no config do Host, o arquivo a ser alterado é o RM.HOST.EXE.Config fica localizado no diretório de instalação dos aplicativos RM, dentro da pasta RM.NET:

<configuration>

<appSettings>

...

</appSettings>

<Configuration>

<runtime>

<gcServer enabled=“true” />

</runtime>

</Configuration>

</configuration>

Retornar para Garbage Collector MultiThread.

4 - Job Server / App Server

clip_image003

Configuração:

1. Configure um ou mais Hosts trabalhando em conjunto.

Sete a propriedade “Habilitar Processamento de Job” para false no Host que trabalhará como AppServer;

2. Sete a propriedade “Habilitar Processamento de Job” para true no Host que trabalhará como JobServer;

3. Configure todas as máquinas clientes para apontarem seus configs para a máquina que trabalhará como AppServer, para selecionar a opção "Habilitar Processamento de Job" deverá acessar a pasta RM.NET no diretório de instalação dos aplicativos RM e localizar o aplicativo RM.AliasManager e na aba Serviços deverá marcar a opção Habilitar Processamento de Job:

clip_image005

Para inclusão da tag referente ao AppServer deverá acessar os arquivos RM.Host.exe.config, RM.exe.config, RM.Host.Service.exe.config,RM.AliasManager.exe.config que ficam localizados na pasta RM.NET, dentro da pasta de cada um dos aplicativos a tag também deverá ser incluida, por exemplo, para o RMLabore deverá acessar o arquivo RMLabore.exe.config.

clip_image007

Retornar para Job Server / App Server.

5 - Caching

O browser tem a capacidade de manter objetos em cache para diminuir o tempo gasto com a transferência destes objetos até o cliente. Isto permite um melhor desempenho no tempo de resposta das páginas.

Configurando o cache de saída do IIS

Aplica-se a: Windows 7, Windows Server 2008, Windows Server 2008 R2, Windows Vista.

No IIS 7, você pode configurar o cache de saída para aprimorar o desempenho no servidor Web e no web site. Quando um usuário solicitar uma página da Web, o IIS processará a solicitação e retornará uma página ao navegador cliente. Se você habilitar o cache de saída, uma cópia dessa página da Web processada será armazenada na memória no servidor Web e retornada aos navegadores cliente nas solicitações subsequentes para esse mesmo recurso. Isso elimina a necessidade de reprocessar a página sempre que ela for solicitada. Isso é útil quando o seu conteúdo depender de um programa externo para processamento, como com um programa CGI, ou incluir dados de uma fonte externa, como de um compartilhamento ou banco de dados remoto.

Para criar uma regra de cache de saída.

É possível realizar este procedimento usando a UI (interface de usuário) ou uma linha de comando.

Para usar a UI.

1 - Abra o Gerenciador do IIS e navegue até o nível que deseja gerenciar.

Para obter mais informações sobre como abrir o Gerenciador do IIS, consulte IIS 7.0: Abrir o gerenciador do IIS.

Para obter informações sobre como navegar até locais na interface do usuário, consulte IIS 7.0: Navegação no gerenciador do IIS.

2 - Em Exibição de Recursos, clique duas vezes em Cache de Saída.

3 - No painel Ações, clique em Adicionar.

4 - Na caixa de diálogo Adicionar Regra de Cache, na caixa Extensão de nome de arquivo, insira a extensão de nome de arquivo, como .aspx, para a qual deseja criar uma regra de cache.

5 - Marque a caixa de seleção Cache de modo de usuário para habilitar o cache de saída e selecione uma das seguintes opções:

Usando notificações de alteração de arquivo: se quiser que um item seja removido do cache quando for atualizado.

Em intervalos (hh:mm:ss): se quiser que um item seja removido do cache depois que determinado tempo decorrer. Em seguida, digite uma hora no formato de hh:mm:ss (onde h são horas, m são minutos e s são segundos) na caixa correspondente.

Retornar para Caching.

6 - Compressão de páginas

A compressão de páginas HTTP aumenta a velocidade de transmissão entre browsers com a compressão ativada no IIS. É possível comprimir apenas pastas estáticas ou arquivos estáticos e aplicações.

Fazendo uma analogia, compactar objetos da página via server é semelhante a zipar um arquivo grande para enviar por e-mail: você (servidor web) zipa um grande da família (o componente da página)retrato e envia por e-mail para seu amigo (o browser) que, por sua vez, descompacta o arquivo zip para ver a imagem.

Os métodos de compressão mais comuns são Deflate e gzip.

Para ativar o IIS a comprimir páginas .aspx, siga estes passos:

1. Abra uma linha de comandos (CMD).

2. Execute o comando: net stop iisadmin (pressioneENTER)

3. Acesse o diretório C:\InetPub\adminscripts

Comando: cd C:\InetPub\adminscripts

4. Execute o seguinte comando, pressionando ENTER ao final:

Dll "exe cscript.exe ADSUTIL.VBS SET W3SVC/Filters/compressão/GZIP/HcScriptFileExtensions"asp"" "aspx"

5. Execute o seguinte comando, pressionando ENTER ao final:

aspx"cscript.exe ADSUTIL.VBS SET W3SVC/Filters/compressão/DEFLATE/HcScriptFileExtensions"asp""dll""exe""

6. Execute o comando: net start w3svc e na linha de comando para iniciar o IIS.

Retornar para Compressão de páginas.

7 – Triggers

A existência de triggers na base de dados podem evidenciar overheads nos processamentos de tarefas do banco de dados que interferem na performance das aplicações. Abaixo disponibilizamos comandos para desabilitar e habilitar triggers no banco de dados para realização e testes de performance.

  • Sentença para verificação da existência de triggers na base de dados:

SQL Server:

SELECT NAME FROM SYSOBJECTS WHERE XTYPE = 'TR' AND NAME NOT LIKE 'Log%';

Oracle:

SELECT TRIGGER_NAME FROM USER_TRIGGERS WHERE TRIGGER_NAME NOT LIKE 'Log%';

GO

 

  • Desabilitando as triggers para avaliação do desempenho das rotinas:

SQL Server:

exec sp_MSforeachtable 'ALTER TABLE ? DISABLE TRIGGER ALL'

Oracle:

DECLARE

V_TRIGGER VARCHAR2 (200);

CID INTEGER ;

CURSOR OBJ IS

SELECT TRIGGER_NAME FROM USER_TRIGGERS ORDER BY TRIGGER_NAME;

BEGIN

OPEN OBJ;

FETCH OBJ INTO V_TRIGGER;

LOOP EXIT WHEN OBJ%NOTFOUND;

CID := DBMS_SQL.OPEN_CURSOR;

Dbms_Output.Enable (30000);

Dbms_Output.Put_Line ('Eliminando trigger ' || V_TRIGGER || '...');

DBMS_SQL.PARSE(cid, 'ALTER TABLE ' || TABLE_NAME || ' DISABLE TRIGGER ALL' , dbms_sql.v7);

FETCH OBJ INTO V_TRIGGER;

DBMS_SQL.CLOSE_CURSOR(CID);

END LOOP;

CLOSE OBJ;

END;

 

  • Para habilitar novamente as triggers:

SQL Server:

exec sp_MSforeachtable 'ALTER TABLE ? ENABLE TRIGGER ALL'

Oracle:

DECLARE

V_TRIGGER VARCHAR2 (200);

CID INTEGER ;

CURSOR OBJ IS

SELECT TRIGGER_NAME FROM USER_TRIGGERS ORDER BY TRIGGER_NAME;

BEGIN

OPEN OBJ;

FETCH OBJ INTO V_TRIGGER;

LOOP EXIT WHEN OBJ%NOTFOUND;

CID := DBMS_SQL.OPEN_CURSOR;

Dbms_Output.Enable (30000);

Dbms_Output.Put_Line ('Eliminando trigger ' || V_TRIGGER || '...');

DBMS_SQL.PARSE(cid, 'ALTER TABLE ' || TABLE_NAME || ' ENABLE TRIGGER ALL' , dbms_sql.v7);

FETCH OBJ INTO V_TRIGGER;

DBMS_SQL.CLOSE_CURSOR(CID);

END LOOP;

CLOSE OBJ;

END;

Retornar para Triggers.

8 - Atualização das estatísticas do banco de dados

As estatísticas coletadas pelo banco de dados propiciam um melhor desempenho para realizar pesquisas nas tabelas, através de um plano de execução mais eficiente, estatísticas desatualizadas podem degradar a performance do banco de dados.

Retornar para Atualização das estatísticas do banco de dados.

9 - "Auto create statistics" e "Auto update statistics"

As opções do database "Auto create statistics" e Auto update statistics podem levar a geração automática de um número grande de objetos de estatísticas, e o tempo necessário para sua atualização pelo banco de dados provavelmente implicará em perda de performance.

Retornar para "Auto create statistics" e "Auto update statistics".

10 - Limpeza de objetos temporários na base de dados

A limpeza periódica de registro de log e arquivo morto pode beneficiar bastante a execução de consultas e manipulação de dados nestas tabelas.

Retornar para Limpeza de objetos temporários na base de dados.

11 - Monitoramento do log do banco de dados

Problemas com a performance podem ter origem em eventos que são registrados no log do banco de dados, como por exemplo falhas na leitura de páginas do banco, deadlocks, etc, por isto recomendamos o monitoramento do log do banco de dados.

Retornar para Monitoramento do log do banco de dados.

12 - Reindexação periódica das tabelas

A reindexação periódica das tabelas é sumariamente necessária para o bom desempenho das aplicações, uma vez que este procedimento desfragmenta os índices das tabelas, proporcionando uma maior eficácia no processo de pesquisa no índice.

Retornar para Reindexação periódica das tabelas.

13 - Virtualização

A virtualização tem como objetivo ampliar a escabilidade do ambiente, mas pode gerar overhead no processamento dos dados, há duas maneiras de separar as aplicações SQL Server em unidades lógicas de isolamento. Um deles é para executar o SQL Server em várias instâncias dentro de um ambiente físico.

Outra maneira é executar o SQL Server dentro de um ambiente virtual, executando várias instâncias do SQL Server em um ambiente físico isolando cada instância no nível do aplicativo, em outras palavras, cabe a cada instância do SQL Server isolar os recursos do sistema, dados e segurança dos outros.

É importante notar que um dos benefícios de um ambiente virtual é que ele pode executar qualquer sistema operacional suportado pela aplicação da tecnologia virtual. Por exemplo, um ambiente virtual pode estar executando o Windows Server 2003, outro pode executar o Windows NT ® 4.0, e ainda um outro pode executar o Windows Server 2000. Um ambiente virtual consiste em uma ou mais máquinas virtuais.

O responsável pelo banco de dados da empresa deverá ficar atento ao virtualizar o servidor de banco de dados para não comprometer a performance do hardware, ou seja, sobrecarregar este servidor com vários ambientes virtualizados.

Retornar para Virtualização.

14 - Paralelismo

Atualmente, vivemos em uma era em que os microprocessadores são dominados por múltiplos núcleos, é recomendável sempre procurar explorar o paralelismo em banco de dados, a exploração de paralelismo deve ser considerada quando for necessário otimizar instruções SQL.

O SQL Server detecta automaticamente o melhor grau de paralelismo para cada instância de uma execução de consulta paralela operação DDL (linguagem de definição de dados) do índice. Isso é feito baseado nos seguintes critérios:

1 - Se o SQL Server estiver sendo executado em um computador que tenha mais de um microprocessador ou mais de uma CPU, como um computador SMP (multiprocessamento simétrico). Apenas computadores que têm mais de uma CPU podem usar consultas paralelas.

2 -Se houver threads suficientes disponíveis.

Cada operação de consulta ou índice exige um determinado número de threads para execução. A execução de um plano paralelo exige mais threads que um plano consecutivo, e o número de threads exigidos aumentam com o grau de paralelismo.

Quando o requisito de thread do plano paralelo de um grau específico de paralelismo não puder ser atendido, o Mecanismo de Banco de Dados diminuirá automaticamente o grau de paralelismo ou abandonará completamente o plano paralelo no contexto de carga de trabalho especificado. Depois, ele executará o plano consecutivo (um thread).

3 - O tipo de operação de consulta ou de índice executada.

As operações de índice que criam ou reconstroem um índice, ou descartam um índice cluster e as consultas que usam ciclos de CPU frequentemente são as melhores opções para um plano paralelo. Por exemplo, junções de tabelas grandes, agregações grandes e classificação de conjuntos de resultados grandes são boas alternativas. As consultas simples, frequentemente encontradas em aplicativos de processamento de transações, localizam a coordenação adicional exigida para executar consulta em paralelo que supera o aumento de desempenho potencial. Para distinguir as consultas que se beneficiam de paralelismo das que não se beneficia, o Mecanismo de Banco de Dados compara o custo estimado da execução da operação de consulta ou índice com o valor cost threshold for parallelism. Embora não recomendado, os usuários podem alterar o valor padrão 5 usando sp_configure.

4 - Se houver um número suficiente de linhas para processar.

Se o otimizador de consulta determinar que o número de linhas é muito baixo, não apresentará os operadores de troca para distribuir as linhas. Por conseguinte, os operadores serão executados em série. A execução dos operadores em um plano consecutivo evita cenários quando os custos de inicialização, distribuição e coordenação excedem os ganhos alcançados pela execução de operador paralela.

5 - Se as estatísticas de distribuição atuais estiverem disponíveis.

Se o grau mais alto de paralelismo não for possível, os graus inferiores serão considerados antes de o plano paralelo ser abandonado. Por exemplo, quando você criar um índice cluster em uma exibição, não poderão ser avaliadas estatísticas de distribuição, porque o índice cluster ainda não existirá. Nesse caso, o Mecanismo de Banco de Dados não poderá fornecer o grau mais alto de paralelismo para a operação de índice. Porém, alguns operadores, como de classificação e verificação, ainda poderão se beneficiar da execução paralela.

Retornar para Paralelismo.

15 - Avaliação de índices

Auditar e usar índices não é uma tarefa fácil, mas é fundamental para elevar a performance no banco de dados.

Tipos de avaliação:

Ø Indexes (Clustered)

Ø Indexes (Composição)

Ø Indexes (Covering)

Ø Indexes (Non-clustered)

Ø Indexes (Rebuild)

Ø Index Tuning Wizard

Retornar para Avaliação de Índices.

16 - Memória SQL

Deixar disponível o máximo de memória que poderá ser utilizada pelo SQL Server sem que isto atrapalhe outros processos que estiverem rodando no servidor, esta análise deverá ser feita pelo DBA da empresa.

1 - Acessar o Microsoft SQL Server conectando ao servidor, em seguida clicar com o botão direito sobre a instância e clicar em “Properties”:

clip_image009

2 - Clicar na opção “Memory” e nos campos referente a Server memory options deverá preencher os campos Minimum server memory(in MB),este campo com o mínimo de memória que o Server irá utilizar e preencha também o campo Maximum server memory (in MB) com o máximo de memória que o Server poderá utilizar do servidor.

clip_image011

Retornar para Memória SQL.

17 - Processos bloqueados no banco de dados

O procedimento sp_who serve para ter uma visão geral sobre as conexões existentes e verificar se existe alguma conexão bloqueada (Block), está é uma tarefa que deverá ser executada pelo responsável pelo banco de dados na empresa.

Retornar para Processos bloqueados no banco de dados.

18 - Antivírus

Algumas rotinas nas aplicações utilizam-se de recursos temporários gravados em disco que são frequentemente recriados, gerando um número muito grande de acessos ao disco, e o monitoramento por um antivírus durante esta tarefa gera atrasos no processamento da aplicação.

Retornar para Antivírus.

19 - BDE

O BDE pode ser otimizado para beneficiar algumas rotinas da aplicação, mas uma vez que isto seja feito sem algum critério poderá incorrer na perda de performance para alocação e gerenciamento dos recursos de memória e CPU.

A utilização de valores muito altos para BLOB SIZE, BLOBS TO CACHE e MAXFILEHANDLES pode leva uma menor performance de algumas rotinas.

A necessidade de incrementar estes parâmetros se dar pelo volume de informações processadas em cache nestas rotinas.

No ambiente do DataCenter foi ajustado o parâmetro BLOB SIZE de 3000 para 512. Este parâmetro pode ser configurado com valores > 32 e < 1000, portanto o valor antigo era inválido.

Sugerimos as seguintes configurações:

Database:

BLOB SIZE = 512

BLOBS TO CHACHE = 1024

Configuration – Native – MSSQL:

TIMEOUT = 7200

Configuration – System – Init:

MAXFILEHANDLES = 2048

MEMSIZE = 205

Retornar para BDE.

20– TSS

TSS é o aplicativo que faz a intermediação do TOTVSSped com os vários tipos de banco de dados com os quais ele pode trabalhar.

São eles: DB2, MSSQL, Oracle, Informix, PostGres, MySQL.

O TopConnect deve ser instalado somente em uma estação. Por poder trabalhar com vários tipos de banco de dados não é necessário que o mesmo seja para a base do Corpore RM e apontado também não é necessário que o mesmo seja instalado em seu servidor de banco de dados. É aconselhada a criação de uma base de dados exclusiva para o SPED devido ao fato do processo gerar muitos registros e do serviço de consulta de autorização das notas ser executado com muita frequência nas suas tabelas.

Caso deseje ele pode apontar o TopConnect para sua base do Corpore RM. A escolha da base de dados e do banco para o SPED fica a cargo do cliente.

Uma vez definido o banco e a base a ser utilizada isto não poderá ser refeito sem a perda de dados da base do SPED.

Através do endereço www.suporte.totvs.com na área de download, para localizar o arquivo para download será necessário parametrizar o filtro da seguinte forma:

Linha : RM

Ambiente: RM-99.x

No campo Filtrar deverá digitar TSS.

Para orientação na configuração do TSS acesse nosso blog:

http://www.totvsconnect.blogspot.com/2010/12/dica-configuracao-tss.html

Retornar para TSS.

Como Fazer – Configurações Básicas para Potencializar o Desempenho das Aplicações da Linha RM

Produto: Todos

Processo: Análise de Performance



Introdução

O ERP da TOTVS é preparado para trabalhar com diversos usuários e requisições simultâneas, ele é capaz de executar vários processos ao mesmo tempo.

Inicialmente iremos realizar uma introdução sobre alguns itens referente à arquitetura e ERP (Aplicativos CorporeRM) e na segunda parte do documento apresentaremos instruções que visam melhorar a performance do sistema e garantir que ele trabalhe sempre com os melhores resultados.

A seguir apresentaremos algumas informações sobre a configuração do ambiente onde o ERP da TOTVS está instalado, é necessário verificar sempre o documento de Portabilidade e Arquitetura evitando utilização e/ou aquisição de hardware e softwares não homologados pela TOTVS, manter o ambiente atualizado com as últimas versões disponibilizadas pela TOTVS e também optar pela melhor configuração, de acordo com o perfil da empresa, local ou 3 camadas e configurações do ERP.

Ambiente 3 camadas

O ERP da TOTVS poderá ser configurado de duas maneiras, 3 camadas ou local, configurando o ambiente para trabalhar local a instalação dos aplicativos será realizada de forma completa no computador do usuário, ou seja, o computador do usuário exercerá os papéis de cliente e servidor de aplicação.

Ao optar por utilizar o ambiente 3 camadas o computador do usuário irá acessar um servidor para logar na aplicação, ou seja teremos a figura do cliente (computador do usuário) e servidor de aplicação, ao utilizar esta arquitetura o cliente terá muitas vantagens, dentre elas:

Ø Redução de custos com hardware – os computadores dos usuários poderão ter menor poder de processamento sendo necessária somente uma máquina robusta que terá o papel de Servidor de Aplicação.

Ø Agilidade de atualização – utilizando a arquitetura 3 camadas será necessário realizar a atualização do ambiente uma única vez no servidor de aplicação.

Ø Controle de versão – nesta arquitetura é assegurada a utilização de uma única versão do software por todos os usuários.

Ø Outras melhorias operacionais – Agendamento e Paralelismo de tarefas, Balanceamento de carga entre servidores de aplicação. 

Para instruções de como configurar a arquitetura 3 camadas veja o documento no link abaixo : http://totvsconnect.blogspot.com/2010/11/totvs-linha-rm-voce-pode-instalar-o-rm.html

Portabilidade e Arquitetura

A TOTVS disponibiliza em todas as versões lançadas no mercado o documento de Portabilidade e Arquitetura com as informações sobre configuração mínima para que o sistema tenha pleno funcionamento, o download deste documento poderá ser realizado através do site http://suporte.totvs.com/download , após realizar o login a tela de download será apresentada.

clip_image001 Deverá ser verificado através do documento de portabilidade se o hardware e o software estão de acordo com as especificações contidas no documento.

Atualização do ambiente

Manter o ambiente atualizado sempre com as últimas versões disponibilizadas pela TOTVS através do link http://suporte.totvs.com/download , após realizar o login a tela de download será apresentada bastando parametrizar o filtro para busca da versão necessária, clientes que atualmente estão utilizando a versão 11.40 favor verificar o item Versão 11.40 neste documento.

clip_image001[1] Um ambiente atualizado evita desgaste de usuários em problemas já corrigidos e liberados em versões atuais dos aplicativos da TOTVS.

Configurações do ERP (Aplicativos CorporeRM)

Nos aplicativos da linha RM da TOTVS podemos tomar algumas ações para melhorar a performance do aplicativo, citarei algumas que podem ser executadas pelo próprio usuário do sistema, estas ações farão diferença no dia a dia.

Limitação do número de registros por visão

As aplicações da TOTVS possui uma funcionalidade que limita o número de registros por visão garantindo que usuários desavisados não onerem o sistema com sentenças SQL (queries) muito grandes, o padrão é mil registros.

Vantagens:

Ø Reduzir a quantidade de registros que trafega entre o servidor de banco de dados e o host;

Ø Diminuir o tempo de execução das consultas SQL (queries) em banco;

Ø Reduzir a quantidade de registros que trafega entre host e client.

clip_image001[2] A TOTVS recomenda a limitação do número de registros por visão, para orientações na parametrização da limitação de registros acesse o link http://totvsconnect.blogspot.com/2010/12/como-fazer-alterando-o-numero-de.html .

Filtro nas visões

Outra funcionalidade nas aplicações da TOTVS são os filtros nas visões como forma de restringir os dados a serem exibidos para o usuário. Criando filtros você diminui o número de registros que serão mostrados em tela trazendo somente o que realmente será necessário.

Vantagens:

Ø Filtros criados de acordo com a necessidade específica da situação diminui o tráfego de dados na rede.

Ø Evita a visualização de dados desnecessário poluindo a visão do usuário.

Se falarmos de um único usuário buscando todos os registros de um determinado cadastro em uma base de dados pequena ou média isto pode ser desnecessário, mas se tivermos vários usuários realizando consultas no banco de dados ao mesmo tempo sem nenhuma restrição de busca aos dados podemos ter uma degradação da performance do produto, da rede e do banco de dados, para orientação de como criar um filtro de visão acesse o item Filtro de Visões neste documento.

Log de Auditoria

A utilização do log de auditoria permite o monitoramento das alterações realizadas na base de dados, com a finalidade de garantir o controle sobre dados importantes para a empresa, ao utilizarmos o log de auditoria tornamos os processos auditados mais lentos isto porque toda a alteração é registrada na base de dados para análise posterior.

Preço que pagamos ao usar o LOG

  • Quanto mais campos e tabelas forem auditados, mais recursos de hardware (servidor) são necessários.
  • Se o LOG for usado com critério, não haverá degradação de performance. 
  • A perda de performance vai depender de dois fatores inversamente proporcionais:

O quanto de nossos processos estamos auditando X  O quanto de Recursos de Máquina temos disponível . 

clip_image001[3] O mais importante ao parametrizar o log de auditoria é ter critério e selecionar para Log somente tabelas e campos realmente necessários.

Para informações sobre a parametrização do Log de Auditoria acesse o help do aplicativo após a instalação.

Fórmulas

As fórmulas utilizadas nos processos do sistema poderão degradar a performance dependendo de como foram montadas, como por exemplo fórmulas recursivas. Para entendimento sobre fórmulas recursivas acesse o item Fórmulas neste documento.

Sentenças SQL

As sentenças SQL criadas no sistema pelo usuário poderão degradar a performance se algumas considerações não forem feitas durante sua criação, por exemplo o uso do (NOLOCK) nas sentenças cadastradas no ERP é muito importante. Outro ponto importante ao cadastrar uma consulta SQL é a marcação ou não do parâmetro "Visível a todas as coligadas", a marcação pode ser desnecessária no caso em que esta consulta SQL não será utilizada nas demais coligadas, então como boa prática se a consulta SQL será utilizada somente na coligada onde está sendo cadastrada, não marque o parâmetro "Visível a todas as coligadas", ou se a consulta SQL for necessária a todas as coligadas e for viável, faça a criação da consulta em uma única coligada procedendo com a cópia entre coligadas para as demais coligadas.

Existe no sistema um parâmetro global referente à segurança de Consultas SQL que esta ligado indiretamente a performance, "Ativa segurança na execução de Consultas SQL (segurança de campos e filtro por usuário)", com este parâmetro marcado ao executar qualquer processo do sistema será feita a verificação da permissão do usuário que está executando o processo acarretando um tempo maior na finalização do processo, então temos que avaliar se algum usuário realmente tem restrição ao executar consultas SQL e caso não tenha, deixar o parâmetro desmarcado. Para mais informações sobre consultas SQL acesse o item Sentenças SQL (Queries).

Cadastro de Usuários

Salientamos também a questão do usuário cadastrado nos aplicativos da TOTVS, é importante que cada usuário tenha um único perfil associado, somente tenha perfil associado nos sistemas que realmente irá utilizar e também nas coligadas que irá utilizar, por exemplo, o usuário utiliza somente o RM Labore mas possui perfil associado ao seu usuário no RM Chronus e RM Vitae, o ideal então é acessar o RM Chronus e RM Vitae e retirar o perfil associado ao usuário nestes dois sistemas permanecendo então somente no RM Labore o usuário com um único perfil associado, para maiores informações sobre o cadastro e manutenção de usuários acesse o item Usuários neste documento.

Tabelas de execução de JOBS (GJOBX, GJOBXEXECUCAO, GJOBLOG)

Deverá ser realizada a limpeza periódica das tabelas GJOBX, GJOBXEXECUCAO, GJOBLOG para melhorar a performance dos processos do sistema, para instruções acesse o item Tabelas GJOBX, GJOBXEXECUCAO, GJOBLOG neste documento.

Histórico de Gráficos, Alerta de Gráfico e Envio de RSS por e-mail

Em casos onde o cliente não utiliza os serviços de Histórico de Gráficos, Alerta de Gráfico e Envio de RSS por e-mail poderá desabilitar estes recursos, para instruções acesse o item Gráficos e RSS.

Instruções

1 - Filtro de Visões

A criação de um filtro de visão deve levar em consideração qual a real necessidade do usuário e realizar todas as restrições possíveis para evitar tráfego desnecessário na rede.

Abaixo iremos criar um filtro de visões para o cadastro de funcionários:

1 - Iremos configurar o filtro da visão de funcionários para restringir o número de registros a serem visualizados, para isto acesse o TOTVS Folha de Pagamento (RM Labore) no menu abaixo:

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2 - A seguir clicaremos na opção “NOVO”:

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3 - Utilizaremos a opção Situação, no campo Operador informaremos a opção '=' e no campo valor a letra A para selecionarmos somente os funcionários ativos da base de dados:

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4 - A seguir clicar no botão 'Adicionar', 'Salvar' e 'OK':

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5 - A seguir selecionar o filtro criado no passo anterior e clicar em 'Executar':

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Serão demonstrados somente os funcionários ativos cadastrados na base de dados:

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Retornar para Filtro de Visões.

2 - Fórmulas

Fórmulas recursivas

Abaixo temos o exemplo de uma fórmula recursiva cadastrada com o código F001 que durante sua execução chama a fórmula F001, conforme exemplo abaixo:

Código: F001

Título: Fórmula recursiva

Texto:

SE CHAPA ='00006' ENTAO FOR('F001')

SENAO FALSO FIMSE

Como vemos no destaque em vermelho o código da fórmula é F001 e no texto da fórmula é solicitado o resultado desta mesma fórmula (F001), fórmulas com esta particularidade utilizadas na base de dados podem provocar um loop infinito (o sistema entra em processo de repetição tentando encontrar o resultado da fórmula até consumir toda a memória disponível e fechar) isto causa a queda do host culminando no fechamento do aplicativo.

Para localizar fórmulas recursivas cadastradas na base de dados, basta utilizar a sentença SQL abaixo, para orientações sobre o cadastro de sentenças SQL acesse a aba Sentenças SQL (Queries).

Fórmulas com data de edição mais recente têm maiores chances de terem introduzido problemas:

SELECT ULTALTDATA, * FROM GFORMULA (NOLOCK)

WHERE TEXTO LIKE '%FOR%(''' + CODIGO + ''')%'

OR TEXTO LIKE '%FOR%(''' + CODIGO + ''')%'

ORDER BY ULTALTDATA DESC

Abaixo temos os passos para alteração de uma fórmula recursiva:

1 - Para acessar o cadastro de fórmulas acesse o menu "Cadastros->Fórmulas .Net":

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2 - Selecionar o filtro que retorne o menor número de registros que serão necessários para execução da tarefa que será realizada:

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3 - Para análise selecionei a fórmula 00006 e editei clicando no botão 'Editar':

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5 - Neste caso a recursividade será retirada informando no lugar da expressão FOR ('00006') a expressão CHAPA:

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Fórmulas que chamam outras fórmulas durante a execução

Várias vezes necessitamos realizar cálculos e comparações entre fórmulas do sistema, neste caso a forma ideal é atribuir o resultado das fórmulas que serão necessárias a variáveis que iremos criar, abaixo iremos demonstrar como realizar esta alteração:

1 - Acessaremos o menu "Cadastros->Fórmulas .Net" e criadas as 3 fórmulas abaixo: clip_image027

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2 - Para melhorar a perfomance no momento da execução desta fórmula iremos atribuir o resultado das fórmulas chamadas na execução da fórmula F003 a variáveis conforme exemplo abaixo:

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Retornar para Fórmulas.

3 - Sentenças SQL (Queries)

1 - Para cadastrar uma sentença SQL devemos acessar o menu "Utilitários->Consultas SQL':

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2 - Para visualizar o texto da consulta SQL deverá clicar em 'Editar':

clip_image037

3 - A consulta SQL abaixo foi criada para demonstrar a utilização do NOLOCK, a sentença abaixo ira retornar como resultado os funcionários ativos na base de dados e que recebem salário entre R$ 1.000,00 e R$ 5.000,00:

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OBS.: Devemos sempre fazer uso do NOLOCK para evitar que o sistema fique esperando que determinada tabela do banco de dados seja liberada, isto pode ocorrer quando mais de um processo está sendo executado e dois ou mais processos necessitam dos dados de uma mesma tabela do banco de dados.

Parâmetro de segurança em Consultas SQL

Para verificar o parâmetro referente a segurança em Consultas SQL deverá acessar o menu "Opções->Parâmetros->Globais":

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Em seguida acessar a aba "Consultas SQL":

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Retornar para Sentenças SQL (Queries).

4 - Usuários

1 - Para criar ou dar manutenção no Cadastro de usuários devemos acessar o menu "Cadastros->Segurança->Usuários':

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2 - Para alterar as configurações do usuário clique em 'Editar', para incluir um novo usuário clique em 'Novo':

clip_image047 clip_image049

3 - Acesse a aba Segurança e verifique se existe perfil associado:

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OBS.: É importante que o usuário somente tenha perfil associado nos sistemas e coligadas que realmente utilizará, também ressaltamos que cada usuário deverá ter somente um perfil associado, isto evita gasto de tempo em verificações de segurança desnecessárias.

Retornar para Usuários.

5 - Tabelas GJOBX, GJOBXEXECUCAO e GJOBLOG

Através de todos os aplicativos da linha RM consegue-se limpar as tabelas acima, abaixo os passos para realizar esta tarefa:

1 - Neste exemplo acessei o RM Labore no menu “Sistema->Server->Gerenciamento de Jobs”:

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2 - Deverá agora acessar o menu “Processos->Limpar Log de Execução de Processos”:

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3 - Poderá selecionar os processos que serão excluídos da base de dados e ainda parametrizar quantos dias os processos ficaram gravados na base de dados antes da exclusão neste exemplo foram selecionados todos os processos e informei que os processos deverão ficar 5 dias na base antes da exclusão:

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Retornar para Tabelas GJOBX, GJOBXEXECUCAO e GJOBLOG.

6 - Versão 11.40

Para clientes que utilizam a versão 11.40 do TOTVS Folha de Pagamento será necessário atualizar para a Biblioteca 11.40.30.100 ou superior e executável do TOTVS Folha de Pagamento 11.40.28_04.

Para realizar o download dos arquivos citados acima deverá acessar site http://suporte.totvs.com/download , após realizar o login a tela de download será apresentada.

Retornar para Versão 11.40.

7 - Gráficos e RSS

1 - Para desabilitar os Histórico de Gráficos, Alerta de Gráfico e Envio de RSS por e-mail deverá acessar o diretório onde estão instalados os aplicativos da TOTVS linha RM na pasta RM.NET, localizar o aplicativo RM.AliasManager e executar, a seguinte tela será apresentada:

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2 - Deverá então desmarcar as opções Histórico de Gráficos, Alerta de Gráfico e Envio de RSS por

e-mail:

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